21 abril 2008

Canção do Amor Imprevisto

Mário Quintana

"Eu sou um homem fechado.
O mundo me tornou egoista e mau.
E a minha poesia é um vício triste, Desesperado e solitário
Que eu faço tudo por abafar.

Mas tu apareceste com a tua boca fresca de madrugada,
Com o teu passo leve,
Com esses teus cabelos...

E o homem taciturno ficou imóvel, sem compreender nada, numa alegria atônita...

A súbita, a dolorosa alegria de um espantalho inútil
Aonde viessem pousar os passarinhos."

Mário Quintana

p.s: Ofereço esse poema a uma pessoa muito querida... para você bebê! Te adoro!


2 comentários:

Rodrigo Carneiro disse...

que bonito cara!!

fiquei emocionado...^^

Pimentel disse...

é.. quando nos pegamos apaixonados, fazemos essas coisas.. ;D